Educação de Jovens e Adultos
Uma cultura de direitos e obrigações que atrelam respeito e aprendizagem
A Educação, no seu sentido amplo, é um elemento fundamental para a realização da vocação humana. Essa educação está presente no âmbito familiar, na comunidade, no trabalho, nas amizades, na igreja, no movimento social, etc. Desse modo, os processos educativos permeiam a vida das pessoas e contribuem para a conquista dos direitos individuais e coletivos.
O compromisso com os diversos grupos sociais implica o exercício pleno da cidadania, cuja atuação envolve o respeito às diferenças e o estímulo à superação das desigualdades, bem como a capacidade de dialogar e buscar consensos que privilegiem a maioria dos envolvidos.
Educar para a construção de uma sociedade plena demanda ações práticas por parte de educadores e educandos, instigados a pensarem sobre a realidade na qual estão inseridos, diante das consequências e desafios do mundo globalizado. Nesse cenário em que o ensino para jovens e adultos é reduzido a soluções de natureza técnica, com forte tendência economicista, o CCI visa resgatar o seu sentido político, sócio-cultural, solidário e responsável, a partir do trabalho realizado nas turmas do EJA.
A proposta consiste na promoção de cidadãos críticos, construtivos, autônomos e capacitados para o mercado de trabalho, bem como afincos em buscar uma posição de destaque no meio empreendedor. Ocasiões não faltam aos estudantes, sempre participativos e compromissados, a cada evento desenvolvido na escola. Atividades interdisciplinares diversas, projetos educativos e de entretenimento, aulas dinâmicas e um ótimo apoio pedagógico fazem parte do cotidiano dos alunos, que se apóiam nas oportunidades oferecidas. Munidos de criatividade, os jovens e adultos tem liberdade de atuação junto à Coordenação para a apresentação de idéias e produções. Assim como no ensino regular, a equipe de docentes empenha-se em oferecer meios que viabilizem o prazer pelo hábito de ler, a fim de que percebam a importância de tal prática no nosso cotidiano. Como dizia Paulo Freire “devemos prover os alunos de instrumentos que possibilitem a melhor leitura, interpretação e atuação na realidade”. Consequentemente, estaremos formando excelentes profissionais, incólumes nas próprias decisões.
